domingo, 3 de julho de 2011

Vagas no PRONATEC nas escolas particulares com FIES Técnico

O SENAI e a CNI se comprometem a oferecer 4milhões de vagas em cursos técnicos até 2014. O PRONATEC se compromete com 8milhões, logo existem outras 4milhões para as escolas técnicas federais e E-Tec. Não acredito que seja possível atingir esse volume de vagas sem uma grande participação das escolas particulares, até porque o próprio governo já sinaliza com facilidades para as escolas particulares, que vão desde o FIES Técnico até linhas de financiamento específicas.
Sua escola já está pronta para oferecer cursos técnicos a  distância? A tecnologia está disponível e os modelos de curso estão sendo consolidados tendo como referência a experiência do SENAI. Resta encontrar um modelo de negócio sustentável que viabilize os custos de produção iniciais.
Na FabriCO temos experimentado diferentes modelos de planos de negócio para auxiliar as instituições na escolha do caminho. São muitas as alternativas que dependem da marca, público-alvo e estudos de mercado.
Em qualquer caso, a oportunidade está ai. Na minha terra dizem que cavalo encilhado não passa duas vezes na frente da gente.

domingo, 26 de junho de 2011

Gestão do Conteúdo - Cursos Técnicos - PRONATEC

Entendemos que um conteúdo bem definido e escrito, organizado de modo a atingir os objetivos de aprendiazagem de um curso é fundamental para o sucesso de um projeto.
Iniciamos a escrita do conteúdo pela lista dos objetivos de aprendizagem gerais e específicos apoiando o conteudista na estruturação dos objetivos utilizando a taxonomia de Bloom.
Para cada objetivo de aprendizagem específico cujo conteúdo deve ser escrito, consideramos que devam ser escritas entre 1 a 2 laudas (1500 caracteres com espaços). Com este conteúdo, será criada até 1 hora-aula utilizando apostila impressa e objetos interativos na AVA.
Você concorda com essa métrica?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

PRONATEC nos presídios

Senado aprova pena menor para preso que estudar a distância

O Plenário do Senado Federal aprovou ontem as emendas da Câmara dos Deputados ao projeto PLS 265/06, que permite aos condenados à prisão o desconto de um dia da pena para cada 12 horas de frequência escolar, prevendo a possibilidade de o detento estudar a distância.  A iniciativa do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e vai à sanção presidencial. (09/06/11)  http://www.acheseucurso.com.br/pena-menor-para-quem-estudar.aspx

terça-feira, 21 de junho de 2011

Escolas Particulares e o PRONATEC

Escolas Técnicas privadas poderão participar do Pronatec oferecendo vagas a alunos do FIES Técnico.
Por lei, somente governos estaduais podem credenciar e reconhecer escolas técnicas. Logo, elas devem primeiro ser certificadas pelos governos dos estados onde estão localizadas. Depois, devem se inscrever no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec). Assim que o projeto de lei do Pronatec for aprovado, as escolas poderão aderir ao programa, ser avaliadas e, havendo aprovação, habilitadas para receber alunos financiados pelo FIES Técnico.
Outra informação importante é aquela descrita no artigo 10 do projeto, onde está descrito:  “As unidades de ensino privadas, inclusive as dos serviços nacionais de aprendizagem, ofertantes de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional e de cursos de educação profissional técnica de nível médio que desejarem aderir ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES de que trata a Lei no 10.260, de 2001, deverão se cadastrar em sistema eletrônico de informações da educação profissional e tecnológica, mantido pelo Ministério da Educação, e solicitar sua habilitação.”


Veja mais em: http://www.ibee.com.br/MostraNoticia.asp?Not=S&chave=5695&tipo=0

domingo, 19 de junho de 2011

Como dimensionar cursos técnicos a distância

Modelo de Curso Técnico
Entendemos que o material impresso e online devem "conversar", buscando pontos complementares onde a interatividade que o online proporciona possa ampliar as oportunidades de formação de competência.
Apesar das tecnologias de indexação e busca facilitarem a navegação no conteúdo, é inegável que o aluno busca na apostila a referência para relembrar e reforçar o conhecimento aprendido. Nesse sentido, entende-se que a apostila seja o concentrador do conteúdo fundamental, aquele que desenvolve as competências essenciais enquanto que o material web rico em interatividade propicia experiências complementares que reforçam e retém o conhecimento.
O modelo de estrutura da forma "introdução+desenvolvimento+conclusão" não auxilia o conteudista e tampouco o aluno a entender as conexões do texto.
O conteúdo de uma maneira geral deve ser concebido com base nos objetivos de aprendizagem únicos e auto-contidos. Desta forma, o mesmo conteúdo que pode ser adequado para impresso, pode ser transformado em roteiro para mídias ricas e interativas produzindo o efeito de complementação esperado.
Uma vez que o material impresso tem a função de ser uma referência do conteúdo, sua leitura e consulta deve ser facilitada por elementos gráficos, glossário e referência cruzada.
O conteúdo deve estimular o aluno a buscar complementação, propiciando locais para que o aluno anote as referências encontradas.
A estrutura do ambiente web deve ser alinhada com a estrutura do impresso para facilitar a busca por material complementar. As diferentes mídias utilizadas devem estar agrupadas e introduzidas ao aluno com um pequeno resumo do conteúdo sobre o que a mídia trata.
Com base nestas premissas, propomos a estruturação do curso técnico da seguinte forma.


Conteúdo Bruto
2-3
laudas/hora de curso
Apostila impressa
4-8
paginas impressas / hora
Total de ilustrações técnicas
0,25
ilustras por página impressa
Total de ilustrações complementares
0,50
ilustras por página impressa
Elementos instrucionais
2
elementos / hora
Telas online
6
telas por objeto de aprendizagem
Casos de uso
10%
do total de elementos 
Infográficos
40%
do total de elementos 
Quiz
30%
do total de elementos 
Simulações
5%
do total de elementos 
Vídeos
15%
do total de elementos 

Como construir cursos técnicos a distância

A FabriCO é uma empresa que desde 1995 desenvolve soluções para o desenvolvimento de competências. Na sua história, criou processos e métodos que garantem qualidade e alta produtividade no desenvolvimento de conteúdo demonstrado por diversos projetos com mais de 1.000 horas-aula.
Em cursos longos, com grande carga horária a ser escrita pelo professor conteudista e transformada para EaD, identificou-se como a produção de um conteúdo de qualidade e preparado para EaD como sendo o ponto-chave para o sucesso do projeto.
Nesse sentido, os processos desenvolvidos pela FabriCO se baseiam em pressupostos de estruturação e modelagem de conhecimento, alinhados com uma abordagem educacional adequada ao público-alvo e a aplicação de gestão de projetos. Sobre esta base, foram construídas ferramentas de apoio a conteudistas, designers instrucionais e toda a equipe de produção.
Uma vez que o profissional com experiência no assunto e no público-alvo ao qual o curso se destina é o Professor Conteudista este deve ser capacitado e apoiado para levar em conta o contexto e a forma como o assunto será apresenta ao aluno. Desta forma, reduz-se o tempo de escrita do conteúdo e as etapas posteriores de adequação de linguagem e roteiro.
A partir do Plano de Curso, das ementas das disciplinas e do Projeto Instrucional, o Professor estrutura o curso em Objetivos de Aprendizagem gerais e específicos. Os objetivos de aprendizagem descrevem um resultado pretendido e exprimem o que o aluno fará quando os tiver dominado. Ou seja, um objetivo de aprendizagem são definidos pelo ponto de vista do aluno. Por exemplo, “o aluno deve ser capaz de listar as partes de um computador”.
O conteúdo é escrito tendo em mente cada um destes objetivos. Como resultado, espera-se que o conteúdo seja escrito para o aluno adquirir uma competência.
Os objetivos de aprendizagem são implementados em pequenas partes, utilizando uma tecnologia denominada Objetos de Aprendizagem.
Um objeto de aprendizagem pode ser entendido como um "pedaço" de informação auto-contido e reutilizável, de forma independente do todo onde está envolvido.
• Deve estar associado a um único e completo objetivo de aprendizagem;
• São unidades de aprendizagem pequenas, normalmente variando de 30 a 60 minutos;
• Os objetos de aprendizagem podem ser classificados e padronizados.
Para cada tipo de Objeto de Aprendizagem (OA) identificado a partir da classificação dos Objetivos de Aprendizagem (OvA), é criado um modelo que apresenta uma estrutura e a linguagem na qual deve ser escrito o conteúdo.
Uma vez que os Objetos de Aprendizagem são reutilizáveis e auto-contidos, como resultado, espera-se que possam ser armazenados em um repositório e aplicados em diferentes cursos.
Durante a escrita do conteúdo o professor deve ser constantemente acompanhado e orientado pelo designer instrucional e o consultor educacional sobre as abordagens educacionais mais apropriadas. Com a escrita orientada, reduz-se o tempo de adequação de linguagem, roteiro e produção de mídias.
Neste modelo, o professor pode apoiar o Designer Instrucional na identificação das oportunidades de uso de mídias digitais ricas e interativas.
Desenvolvendo cursos com este método, espera-se que haja uma melhor adequação do conteúdo e redução do tempo e custo de desenvolvimento.

O que é o PRONATEC


O Brasil passa por um momento de forte crescimento cuja sustentação inclui a formação de profissionais de nível técnico. Para tanto foi lançado o PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego), cuja meta é oferecer 8 milhões de vagas até 2014 para formação de jovens do ensino médio e trabalhadores que precisam de qualificação.
O conjunto de ações inclui vagas em:
·         Escolas técnicas profissionais estaduais e federais que até 2014 deverá chegar a quase 600 unidades escolares administradas pelos 38 institutos federais de educação e 200 escolas técnicas federais;
·         Cursos no "Sistema S" (Sesi, Senai, Sesc e Senac);
·         Escola Técnica Aberta do Brasil (E-Tec), com 259 polos em 19 estados
Os alunos terão bolsa de estudo financiada pelo Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior), que agora vai oferecer linha de crédito para formação profissional e não apenas para ensino superior além de vagas no ensino à distância.
O Fies vai prover uma linha de crédito para estudantes egressos do ensino médio e também para empresas que desejem complementar a formação dos seus trabalhadores com cursos técnicos e profissionalizantes de nível médio do Sistema S e de escolas privadas habilitadas pelo MEC.
O funcionamento é similar ao do Fies do ensino superior com 18 meses de carência, e prazo de pagamento de 6 vezes o tempo do curso mais 12 meses.